home > busca: poesia-brasileira
Busca por tags
Sua busca por poesia-brasileira retornou 40 colaborações
colaborações localizadas 1 a 20 de 40
Banco - Eu e Você - stream
Video-Poema Eu e Você de Jandeilson Bezerra.
Lançamentos - PROFANO CORAÇÃO EM NITERÓI
Eduardo Lamas, Rio de Janeiro (RJ) · 23/11/2009 11:55 · 1 voto · nenhum |
Lançamento na Glia Cultura e Aprendizagem do livro de poesias de Eduardo Lamas. Espalhe a notícia e compareça, você e seus convidados serão muito bem-vindos.
Apoios: Fim de Tarde Restaurante e Bar - Rua Miguel Couto, 105/Loja B - Centro - Rio de Janeiro (RJ) - Telefone: 2516-2409.
Blog Pense Saúde: http://www.pensesaude.blogspot.com
Blog Matutando Artes: http://www.matutandoartes.blogspot.com
Avalon...
Blogs - O lirismo musical de Bruna Beber
Bruna Beber lançou a fila sem fim dos demônios descontentes (7Letras) em 2006 e chamou a atenção por seu lirismo que versava sobre o cotidiano e trazia rock n’ roll, desamores, reminescências, tudo envolto em coloquialidades, acidez e humor peculiar. Agora, após integrar seis antologias, aqui (Poesia do dia, Traçados diversos, BLABLAblogue, ENTER), no México (Caos portátil) e na...
Lançamentos - Balés
Bruna Beber estreou na poesia com A fila sem fim dos demônios descontentes, lançado em 2006 pela 7Letras e logo chamou a atenção com sua poesia lírica, coloquial e vigorosa, que abordava figuras como Maiakovsky, Angela Rô Rô, Graciliano Ramos, Neil Young, Nara Leão, John Cage.
A poeta, nascida em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, e radicada em São Paulo há dois anos, lança nesta...
Banco - Poesia do Corpo de Mel - pdf
quero que você venha comigo,
vou te levar pra ver o que é bom.
você sabe que eu te amo?
aposto minha coleção de...
(continua no arquivo abaixo)
Banco - seca - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 31/7/2009 00:00 · 88 votos · 13 |
seca
sonia regina
um deus do tempo dissolvido em opacidades nos expulsa
das casas quando o vale tenta exercitar o verde
ao brotar da aurora pessoas caminham pelo leito seco dos rios,
no silêncio da chuva nenhum desafogo para as súplicas vãs.
seres diurnos avançam entre o burburinho das rezas
como se descessem pela claridade.
nada interroga a alvura
...
Banco - fio d'água - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 29/7/2009 06:55 · 131 votos · 16 |
fio d'água
sonia regina
o olhar maravilhado parte da montanha
deixando aberto o abismo que nada revela de suas asperezas,
vertentes,
pendências.
basta um eco esvaziado de voz e o coração retorna ao azul silente do mar.
as águas doces ficam longe,
muito longe,
o mundo ainda mais...
mas resta amadurecido no mesmo sentido de um oceano que ferve
e gira, fio d'água;
na...
Banco - Poemas Curtos - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 26/7/2009 21:05 · 90 votos · 16 |
Entre cogitos e asteriscos eu e o vento, à beira do tempo. A justa emoção permanece e lavra: que entre logo por todas as frestas!
Banco - a paz líquida que me cabe - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 25/7/2009 09:53 · 94 votos · 11 |
a paz líquida que me cabe
sonia regina
o meu reino não é aqui, no topo desta colina
de mãos dadas com as coisas que sabem
entrar no silêncio
deixei minha melhor audição
na poltrona onde penso o caos
e confirmo que tudo vai bem
não temo o movimento da fonte:
eu também me movo.
aprendi a nadar nas lágrimas, mas já não choro
e tampouco cintilo
desisti...
Banco - instantes legíveis - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 22/7/2009 20:25 · 95 votos · 13 |
instantes legíveis
sonia regina
“Não só de cumplicidade falam estes corpos plurais”,
parece sussurrar o vento nos cabelos, já chegando
ao horizonte marítimo
a mente repousa.
almas se recolhem no ventre das pedras
e são relevo que desponta firme, do mar
em terra, o afeto germina.
no céu de um azul comum, o sol vive
instantes legíveis de ternura
na praia,...
Banco - o sangue está na margem - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 20/7/2009 08:14 · 109 votos · 15 |
o sangue está na margem
sonia regina
a carne jaz inerte
nada a define ou anima
excedido o sentido possível da letra que a significa
resta a complexidade a ferver no sangue
o mar não refresca a intensidade de uma palavra nômade em ebulição
na mata
à noite
tudo sossega
menos o rumor do rio
nele
a secura busca espaço e a água doce molha a garganta
os lábios...
Banco - violinos - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 16/7/2009 20:26 · 84 votos · 12 |
violinos
sonia regina
escrevo-te de uma paz rosada
sem mais mortes ou renascimentos.
despertar em teus braços é um pouso
na boca da manhã
na terra eu assento a solidão
quando caminho, lentamente.
o rumor do sol nega o silêncio
aos pássaros, aos violinos
e a suavidade banha meus pés.
[11.7.09]
Banco - a janta - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 15/7/2009 07:09 · 113 votos · 13 |
a janta
sonia regina
meu choro destampado foge da cozinha.
é lúdico preparar as batatas para o jantar
e a água desce fria, por entre meus dedos
lá a imaginação não me prega peças
nem a poesia se intromete:
não descasco o sol
e o salmão cheira bem - simples assim
aprendo contigo a apreciar os peixes
e me agrada te espantar
como foi ontem, ao comer o...
Banco - o assobio do vento - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 13/7/2009 22:54 · 134 votos · 10 |
o assobio do vento
pouco sei dos contrapontos ao assobio do vento:
minha voz se aquieta
na luminosidade frouxa da lamparina
o vazio está lá fora, sem tédio a grama medra
eu, ébria, crescendo para além do vinho
danço contigo o silêncio incandescente
no vaivém do vento as flores se completam
e nossa nudez realiza o movimento dos astros
da lua, nenhum outro...
Banco - Três Poemas do Balaio e Vapores - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 13/7/2009 01:25 · 104 votos · 11 |
vapores
[pot-pourri]
minha voz não quis mais dizer do vento nas minhas costas.
aos poucos evaporo, diluída
e nesta manhã o sentido todo vem dos dedos entrelaçados.
sonia regina
10.7.09
Os versos de Vapores são destes outros poemas meus:
mas há uma praia;
que faço com as rosas;
o dia se ergue dos pássaros.
Banco - o dizer - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 10/7/2009 19:31 · 102 votos · 13 |
o dizer
sonia regina
ouçam na minha voz os opostos
abram os olhos ao contraditório
percebam a luz e as trevas
em minhas sombras
há uma clareira na floresta: um fato.
e assim o é porque o digo
afinal
só o segredo pode pedir uma revelação
no curso do rio vaga o secreto: uma errância.
um recorte líquido das margens perdidas.
o espelho d’água desconcerta a...
Banco - receita federal - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 8/7/2009 23:35 · 74 votos · 10 |
receita federal
sonia regina
os guichês acatam menos sorrisos que desassossego
pessoas vêm, pessoas vão
repartidas pelo relógio
mas a hora
passa somente para a cadeira vermelha
é momento de recepção
e a dor
não mais oculta nos papéis pouco vulgares
toma a única saída.
Banco - qualquer coisa de espiritual - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 2/7/2009 01:38 · 81 votos · 16 |
qualquer coisa de espiritual
sonia regina
o ardor do sol se mantém pra lá da janela.
num céu que permanece azul,
nenhuma disposição dos pássaros para a noite.
aqui
apesar do ar condicionado
brota a poesia
e qualquer coisa de espiritual nos olhares.
Banco - a paisagem está guardada - sonia regina - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 29/6/2009 23:01 · 102 votos · 11 |
a paisagem está guardada
sonia regina
o vaso de gérberas não tinha sentido
ao lado de fotografias de pessoas ausentes. José Felix *
há terra embaixo das calçadas, não outra vida
nada há a procurar. a paisagem está guardada
no porta-luvas do carro novo, preto como a noite
da pausa que se vai
preenche-te de movimentos e sustenta o tato
continuas a mesma. pergunta....
colaborações localizadas 1 a 20 de 40