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Sua busca por poema retornou 113 colaborações
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Banco - nada interroga a alvura - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 23/11/2009 16:03 · 55 votos · 7 |
nada interroga a alvura
sonia regina
entre os braços abertos sou tudo o que vi a mais:
a realidade recoberta de noite,
as quebras de caminho no mundo...
na luminosidade frouxa da lamparina
nada interroga a alvura
só o segredo pode pedir uma revelação
quando, na terra, os pés descansam
e os anjos tocam sinos.
[pot-pourri 7 ~ 20.11.09]
Banco - num idioma sem espírito - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 22/11/2009 20:39 · 46 votos · 5 |
num idioma sem espírito
sonia regina
ditos enfraquecem, num idioma sem espírito.
em estrondos mudos
estendem a narrativa nas imagens espelhadas.
não mais se emprestam aos versos:
são reflexos que interrogam.
[pot-pourri 6 – 17.11.09]
Banco - Para Eles - pdf
O texto compõe-se de três poemas dedicados a pintores muito especiais. Aqui você encontra imagens das pinturas do ...
Banco - Para Elas - pdf
O texto compõe-se de três poemas dedicados a mulheres especiais. Aqui você encontra imagens da arte fotográfica do ...
Banco - O Soneto - pdf
Texto poético na forma clássica "Soneto". Belíssimo!
Banco - Livro estranho - doc
Algum livro estranho me espera
Mas devo tê-lo perdido
Com caneta de tinta branca e papel azul
Não foi por mim reconhecido
Provocado por essa ausência
Passaram-se muitas horas
E o livro estranho a minha espera
Com tinta branca chora
Persisto em procurá-lo
Sendo autor de diversas obras
Entre desalentos e desencontros
Sempre um escrito me consola
Essa é a sina de...
Banco - Esboço de poema que ia ser - doc
A vida não é só lamentação.
A aguaceira que se faz em mim é que me faz frio.
À noite gosto de surgir, como surgem ratos.
Nada é como seria antes.
O meu futuro não era esse.
O meu futuro é passado.
Tudo o que eu era no meu futuro não existe. Sou nada.
Toda a honestidade não tem por quê. A honestidade é triste.
O trabalho é improdutivo.
Que tristeza.
Banco - Uma Lenda - doc
Odemir Alves, Presidente Prudente (SP) · 14/10/2009 10:55 · 35 votos · 2 |
Um amor... Uma Lenda... Um destino
Blogs - O lirismo musical de Bruna Beber
Bruna Beber lançou a fila sem fim dos demônios descontentes (7Letras) em 2006 e chamou a atenção por seu lirismo que versava sobre o cotidiano e trazia rock n’ roll, desamores, reminescências, tudo envolto em coloquialidades, acidez e humor peculiar. Agora, após integrar seis antologias, aqui (Poesia do dia, Traçados diversos, BLABLAblogue, ENTER), no México (Caos portátil) e na...
Banco - Haikai - pdf
Haikai exibe alguns poemas do autor elaborados nesta forma poética. Alguns poemas foram versados para o idioma japonês. ...
Banco - feministas - doc
seus olhos verdes pintados de preto
quase uma camuflagem de guerra
nada se enquadra ao estereótipo
se você não é a revolução dos tempos
é mais ou menos isso mesmo
Banco - Figurinhas carimbadas - pdf
"... naquele meu tempo de infância, a gente colecionava figurinhas com jogadores de futebol. É desses tempos que surgiram termos como “trocar figurinhas”, “figurinha carimbada”, “figurinha repetida” e outros tantos que até hoje são utilizados por aí. Não que agora não existam álbuns de figurinhas para serem preenchidos. Entretanto, sinceramente, não dá para comparar Pelé com...
Banco - poema tijolo - mp3
aos mais queridos concretos
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é difícil...
AMAR
AMAR
AMAR
pedra
AMAR
AMAR
AMAR
... edifício
Banco - América - doc
a agonia de conchita em sua cama numa favela de Lima
Banco - meia furada - doc
são trinta,
trinta e cinco
centavos
trinta e cinco
segundos
trinta, trinta
e tantos avos
desesperados...
essa meia furada
sou eu
por isso amor,
não me ligue a cobrar
Lançamentos - Balés
Bruna Beber estreou na poesia com A fila sem fim dos demônios descontentes, lançado em 2006 pela 7Letras e logo chamou a atenção com sua poesia lírica, coloquial e vigorosa, que abordava figuras como Maiakovsky, Angela Rô Rô, Graciliano Ramos, Neil Young, Nara Leão, John Cage.
A poeta, nascida em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, e radicada em São Paulo há dois anos, lança nesta...
Artigos - SANIDADE
Rozzi Brasil, Rio de Janeiro (RJ) · 10/9/2009 20:56 · 28 votos · nenhum |
Algumas vezes teme-se a proximidade de uma ausência
Algumas vezes teme-se a distância de uma presença
Quem é o verdadeiro covarde?
Aquele que se apraz em sentir a própria alma arder?
Aquele que diz não saber?
Aquele que apenas sabe sem dizer,
pois que assim tinha que ser?
Algumas coisas são como são.
Elas sempre deveriam ter sido,
Se humanamente não se desvirtuassem
Em...
Banco - Blues de um trem desesperado - doc
Correndo sobre meus cotovelos
Deito com as bocarras
Que dormem sob a sombra das minhas pupilas descalças
O blues agarra minhas costas
A página vazia atiça
E eu sei
Sei que é loucura demais
Mas preciso que nossos pés se amem dentro do Sol
Sob brisas quebradas
Você quer picotar meu trem desesperado
Na 25ª curva da além-estação
Faça com vontade
Os sussurros dos...
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