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Sua busca por amor retornou 49 colaborações
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Banco - Por amor - doc
Jorge Xerxes, São José dos Campos (SP) · 3/11/2009 02:52 · 76 votos · 12 |
salto sem pára-quedas
– sei que posso flutuar
Banco - Prefácio sem valor a Luís de Camões - doc
há um momento
em que a vida é dissipação
da alegria e de todos os sonhos
a palavra deve – deveria – ser menos que
a alegria e todos os sonhos
o medo a coerência o pensar –
raciocinar o futuro equacionar o destino teorizar os desígnios de deus –
o ponderar o certo o errado o certo
o certo deveria – deve – ser menos que
a alegria e todos os sonhos
mas e isso não...
Banco - CANTO DE AMOR. - doc
... conheci,
Da poesia fez me sorrir!...
Do medo que em ti habita,
Do amor que em desespero consome,
E de duvidas, ...
Banco - Uma Lenda - doc
Odemir Alves, Presidente Prudente (SP) · 14/10/2009 10:55 · 35 votos · 2 |
Um amor... Uma Lenda... Um destino
Banco - LENÇO PERFUMADO. - doc
O perfume que sente do meu corpo
Agora neste momento tão ausente
Se faz neste lenço em suas mãos um cheiro presente...
Que quando ao tocar, sinta como se eu estivesse ao teu lado!
Encoste delicadamente em sua face
Deslize em você como meus beijos dados...
Sinta o meu cheiro
E a vontade que estou de estar ao seu lado...
Não se preocupe com o destino
Antes que o perfume...
Banco - apenas vivo - doc
rodo
delíquio
um pião caindo ao chão
piorra
roda
gira
ferve a veia, inflamação
súbito
decúbito
deitado
arreliado,
partido o cerne, o coração
penso
balanço
escorrego
fenecem flores de inanição
angústia
sem mais querer
nem mais por ser
ouço nada, falo nem
calo
fundo o corte fere de estalo
sem mais trava, desenfreado
Estamos sós, apenas nós
Acorde...
Banco - meia furada - doc
... avos
desesperados...
essa meia furada
sou eu
por isso amor,
não me ligue a ...
Banco - Meu cavalo contra a distância - doc
Jorge Xerxes, São José dos Campos (SP) · 5/8/2009 00:24 · 106 votos · 21 |
como a lua afaga a alvorada do novo dia
como o sol beija o crepúsculo da noite
que há por vir
minha pobre alma abençoa o cavalo branco alado
percorre a distância imensa que nos separa
em pensamento
no plano imaginário do místico, do simbólico, do alquímico
não existe esta restrição humana mesquinha
e na intenção de um coração puro
não habita a distância, nem o tempo
mesmo...
Banco - Barracão de Zinco - doc
O último fio de sol do dia lançava sua luz sobre a imaginação de Clotilde. Há um ano, ela tentava encobrir com inocentes fantasias a enorme saudade que sentia do marido, que desaparecera após levantar o barraco onde pretendiam colorir a vida com o matiz de seus sonhos.
Era nos momentos de solidão, à porta de casa, que Clotilde costumava iludir seus pensamentos com cenas de um...
Banco - EU TE AMO - doc
... raios do luar
E cintilar com o brilho
Das estrelas esse no amor
Amo-te apenas por existir
Pois amor, é simples, ...
Banco - Sophie - pdf
Era uma noite tempestuosa e fria.
O brilho das nuvens assombreadas por relâmpagos refletia-se na rua molhada e úmida. Tudo estava úmido. Meu coração muito mais que úmido: derretia-se no peito enrolado em vários cobertores. No canto do beco...
continua no arquivo abaixo.
Banco - ME AME EM PALAVRAS. - doc
Quero suas palavras de amor
Para me embriagar
Para eu te amar
Quero me envolver nelas
Como dois corpos ...
Banco - SEU OLHAR. - doc
Seu olhar tem um mistério
Onde quero mergulhar
Quero descobrir a fundo
O que guarda no olhar
Sei que vai gostar
Pois também quer meu olhar
Tem um brilho especial
Que eu quero te mostrar
E nessas trocas de olhares
Muitas coisas irão rolar
Beijos, carinhos ao luar
Basta me dizer o que fazer
Pois sem você
Não existe luz no meu ser.
Luciene Crist...
Banco - Monólogo a dois - doc
Esse conto meu acabou de receber Menção Honrosa no Prêmio Off Flip 2009 Categoria Nacional - Exterior, com júri presidido por Luiz Ruffato. Foi escrito no início de 2008, quanto eu tinha 22 anos, e no segundo semestre de 2008 o levei para uma oficina com o Marcelo Moutinho na Estação das Letras, que me motivou a mandá-lo para um concurso.
Banco - Elegia do amor profano - doc
TõeRoberto, João Pessoa (PB) · 7/7/2009 19:44 · 98 votos · 19 |
Para meus filhos
De quem serão as crianças
que fazemos sem pensar?
E as que foram feitas
com nossa atenção dobrada
a leve mão na barriga
a doce voz pelos poros
aquela espera sentida...
o aflito contar das horas?
De quem serão as crianças
as pensadas, não pensadas?
Da rosa, cores, perfumes
bicos, pólen, vento... asas
espuma rondando a praia
azul lambendo o mormaço
gritinhos,...
Banco - JOGO A DOIS - doc
JOGO A DOIS
Contamos as horas
enquanto lavamos os sonhos,
enxugamos as mágoas
entre o silêncio e os pratos da noite passada.
Estendemos o novo dia
sem vermos que o sol
anda não se pôs
e o resto da noite
é apenas um pedaço a mais de escuridão.
Vasculhamos o pó do coração
enquanto varremos os resíduos da sala
que despencam da TV
onde assistimos um jogo a dois
no...
Banco - São João da Boa Vida - pdf
Jorge Xerxes, São José dos Campos (SP) · 1/7/2009 07:47 · 102 votos · 16 |
LLembro das noites bêbadas entre as moléculas de idéias deixadas
OOutras merendas e oferendas em festas de São João
AAs noites lentas que passam através dos arcos e outras crendices de serra
AAs estrelas e os vulcões são coisas de Águas da Prata
SSe duvidar entende Poços de Caldas
TToma toda uma Aguaí
OO beijOO
g OO s t o s OO
d EE boa noitEE
EE q u EE...
Link - Fabiana
Poesia. Existencialismo. Universo feminino. Amor.
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