Senhor! Permita que eu ore.
Que poetize esse solilóquio.
Permita que os meus excessos
sejam aliviados sem pudor,
e que as cores da minha poesia não sejam ofuscadas
em qualquer esquina, em qualquer bar ou em qualquer cigarro.
Escancare, desde a menor das epifanias,
até o mais óbvio sinal de que estou viva.
Perdoe alguns pecados ali,
e arrogâncias acolá, que,
de tanto...
