nada interroga a alvura
sonia regina
entre os braços abertos sou tudo o que vi a mais:
a realidade recoberta de noite,
as quebras de caminho no mundo...
na luminosidade frouxa da lamparina
nada interroga a alvura
só o segredo pode pedir uma revelação
quando, na terra, os pés descansam
e os anjos tocam sinos.
[pot-pourri 7 ~ 20.11.09]
