Entrar
Novo no Literal? Registre-se
perfil  |  colaborações  |  favoritos

Membro desde: 01/10/2008

Claudio Parreira - perfil
São Paulo, SP

Website: http://claudioparreira.blogspot.com
sobre o usuário
CLAUDIO PARREIRA não nasceu em 1983 como todo mundo supõe. Um pouco antes, talvez. Ou depois — tanto faz.
Formado na Escola de Altos Estudos Baixíssimos da cidade de Birigui-Mirim, interior central de Mato Grosso D’Oeste, é também Doutor Honoris Causa Própria — título gentilmente concedido pela Faculdade de História Desconexa da Bavária.
Fala fluentemente uma língua e meia, mas tem especial predileção pelo javanês, saboroso idioma introduzido nestas plagas pelo saudoso Lima Barreto.
Atualmente o cara se vira como pode. Os contos publicados aqui são um belo exemplo do que é capaz o gênio.
Seu endereço na Internet é http://claudioparreira.blogspot.com – mas, como se recusa a pagar aluguel, pode ser despejado a qualquer momento.
colaborações selecionadas de sua autoria
Banco - Z
28/10/2008 23:35 · 101 votos · 5 comentários

Banco - MARIANNA
1/11/2008 21:14 · 95 votos · 4 comentários

tags mais usadas
colaborações recentes  
Banco - X (06)
· nenhum comentário
Abri a porta do meu quarto, ou casa, e me deparei com uma espécie de castelinho de princesa: tudo insuportavelmente em ordem, os livros empilhadinhos, o chão brilhante feito a superfície dum espelho, nenhum resto de pizza sobre a pia. Difícil acreditar que eu mesmo tenha feito aquilo. Quando falei que algo em minha vida estava se movendo, não menti: decerto é o meu cérebro, despencando...
Banco - X (05)
23/11/2009 23:29 · 26 votos · 3 comentários
Os primeiros passos são sempre os mais difíceis, e eu sentia que minhas pernas pesavam toneladas. Mesmo assim, arrastei as duas o melhor que pude em direção ao desconhecido que era a biblioteca. Ridículo, isso: livros apenas, caralho!, nada além. Mas ali na minha cabeça parecia algo mais: os livros e a própria biblioteca serviam apenas como pano de fundo para algo maior e estranho,...
Banco - X (04)
22/11/2009 15:34 · 37 votos · 5 comentários
Lá fora havia uma luz difusa, o escuro da noite cedia lentamente espaço para o dia que viria contra todos os meus prognósticos. A natureza implacável. O que acontecia na minha cabeça, mesmo sendo um fenômeno natural, não alteraria de forma alguma o caminhar da realidade que se impunha lá fora, tão infalível quanto um arroto. Se você quer saber, isso aí já não me surpreende: os...



visite nossa seção de perguntas mais freqüentes
                                 
Termos de uso | Expediente | Privacidade | Alerta
Salvo indicação em contrário, todo o conteúdo (c) 2009 Portal Literal e seus autores