Navio pirata
de César Birindelli
Dei ordem para que as velas dos sonhos fossem içadas
Singrei pelas vagas da vida enfrentando monstros imaginários
Pilhei o tesouro das sereias e me embriaguei no rum de seus lábios.
Cruzei espadas vorazmente com fantasmas
Corsários a serviço da loucura
Afundei suas naus repletas de desventuras.
Perdi a conta dos mares que conheci depois...
