No corpo da palavra
Gravei sulcos de esperança
Via crucis da poética visual
E no fundo sua imagem digital
Transpareceu na alva neblina
Sonho doce a bailar
Musa Katina!
E o galo do poema – esfinge inusitada –
Rompe a aurora, espalha areia!
Feito sereia – porem felina-
A visão eótica de uma menina
Explode com sinfonia e mistérios...
Um doce sonho a flutuar...
Deusa...
