Sem liberdade e memória não se faz literatura. A liberdade, porém, deve ser exercida sob o signo da estética, e a memória – ao mesmo tempo em que puxa a “conversa”, projeta-se para frente, posicionando escritor e história no tempo e no espaço, constituindo-se em um dos mais importantes elementos da construção literária. A abordagem feita por Vargas Lhosa, com tradução de Helton...
