Parabéns aos autores do projeto!
Embora o ritmo não me agrade, eu admiro a luta e a capacidade desses artistas se opor ao mercado convencional, reinventando e superado obstaculos impostos pela grande gravadoras, e ainda fazendo frente a globalização da cultura, pois se o mundo tem a Beoncé, no Pará temos Gabi Amarantus com um rit famoso da diva internacional readaptado para os moldes do tecnobrega. Pois, como já previa Millton Santos, o local resistirá ao global. E ainda pensando em Santos, a mudança contra essa globalização de pessoas, mercadorias, costumes não surgirá de cima pra baixo, mas de baixo pra cima. Eis o tecnobrega dando o tapa de mão fechada bem na fuça do mercado.
abraços,
Walter Rodrigues · Belém (PA) · 15/2/2011 12:09