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Fernanda Franco - arquivo
São Paulo, SP
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Banco - onde as coisas respiram.
23/8/2009 23:33 · 54 votos · 11 comentários
como se me percorressem coisas estranhas que eu ainda, mais do que saber, não pudesse designar pelo nome. coisa essa a que não se aplica forma: apenas se chega perto. coisa pálida, inofensiva, mas pálida. mais pálida que um cansaço, mais profunda do que parece. fecho a porta. a vida não é só fazer coisas belas. precisamos saber olhar do instante seguinte. de olhos e de coração aberto.... 
Banco - Meus joelhos cansados
28/3/2009 10:25 · 120 votos · 9 comentários
Enquanto as roupas limpas de grife das pessoas que andam no shopping refletem as luzes artificiais das horas de passeio sem céu, enquanto passa na TV o big brother brasil, enquanto as pessoas se comem e várias latas de bebidas e vários pratos de carne são automaticamente ingeridos, enquanto muita gente está ganhando dinheiro sem precisar fazer algo de bom pelo mundo, enquanto meus... 
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Banco - Memories of Green
5/12/2008 18:49 · 1 comentário
um conto que a música trouxe 
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Banco - O peso do si mesmo
de Milton Filho · 21/8/2009 12:20 · 55 votos · 12 comentários
O peso do si mesmo



Eu não entendo,
Milton,
Porque tantas coisas!
Essa tralha toda
Esse saco de lixo
Nas costas
Pesado e disforme
Como o próprio
Eu contemporâneo.
Livre-se de tudo.
Livre, se tudo
É ilusão do ter.
Porque você não tem
Nem a si mesmo,
Livre de si mesmo. 
Banco - onde as coisas respiram.
de Fernanda Franco · 23/8/2009 23:33 · 54 votos · 11 comentários
como se me percorressem coisas estranhas que eu ainda, mais do que saber, não pudesse designar pelo nome. coisa essa a que não se aplica forma: apenas se chega perto. coisa pálida, inofensiva, mas pálida. mais pálida que um cansaço, mais profunda do que parece. fecho a porta. a vida não é só fazer coisas belas. precisamos saber olhar do instante seguinte. de olhos e de coração aberto.... 



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