Abriu uma nova página e anotou: “super mulheres”. Lembrou de Nietzsche e riu. Sempre o relê, admirando sua racionalidade e rindo da suas mágoas para com o sexo feminino.
“Eu vos apresento o Super-Homem!“, exortava Zaratustra a “permanecer fiéis à terra e a não acreditar em que vos fala de esperanças supraterrestres”.
Estaríamos exageradamente “fiéis a terra”, absorvidas pela mídia em seu apego à beleza, ao corpo moldado, à moda, ao materialismo?
“As mais delicadas mulheres o sabem: um pouco mais um pouco menos de carnes, varia muitos destinos!”, responderia ele.
Deve ter enlouquecido tentando nos entender, coitado!
tags: Rio de Janeiro RJ literatura