Nunca sei se aconteceu debaixo de um guarda-chuva ou dentro de um quarto, o caso é que os pingos não chegavam aos i’s. Acho que dentro de um quarto: lembro da sensação de que o mundo acaba na próxima parede – de que além dela há o nada ou o recomeço do quarto cuja repetição preenche o universo. Comendo letras, engasgando-as para não arriscar um silêncio tão cheio de expectativa, tentei me conter entredentes: mas explodia (sempre soube que ele iria embora, que esperava tão somente a chuva de pontos que enterrariam minhas expectativas).
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