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à ternura da alga [pot-pourri s/n] - doc
 
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sr, Rio de Janeiro (RJ) · 5/11/2009 · 69 votos · 8
soreg
pot-pourri s/n

Pot-pourri é uma construção poética realizada com poemas meus: os novos versos são extraídos de poemas anteriores. Este (aqui o arquivo .pdf online) foi assim construído:

verso 1. extraído do poema um olhar enviesado pode ser doce
verso 2. extraído do poema as águas novas

verso 3. extraído do poema como criança sem compostura
verso 4. extraído do poema como uma oração na carne

verso 5. extraído do poema nem sempre há versos à tona
verso 6. extraído do poema interstício


tags: Rio de Janeiro RJ literatura


  Arquivo Word - 319 Kb

downloads: 30
Autoria:
sonia regina

Ficha Técnica:
Pot-pourri é uma construção poética realizada com poemas meus: os novos versos são extraídos de poemas anteriores.

Alguns pot-pourris[s] podem ser lidos no endereço http://pousio.blogspot.com/search/label/pot-pourri

Website:
http://nofluirdametonimia.blospot.com

 
Excelente!!

dudu oliva · Rio de Janeiro (RJ) · 2/11/2009 11:30
Sonia,

Belíssimo Poema!

A realidade: renascer a partir de uma nova organização dos elementos.

O tempo opera mesmo milagres.

Um Beijo! Jorge X

Jorge Xerxes · São José dos Campos (SP) · 4/11/2009 08:43
Muito bom mesmo. Votado.

Paola Rhoden · Brasília (DF) · 4/11/2009 13:34
Gostei muito dessa reinvençao poética, de vc entrelaçar versos anteriores para o nascimento de um novo poema, que como podemos observar têm uma sincronia perfeita, apesar do tempo que os separa. Isso demonstra o poder da reinvençao de tudo para um novo significado:

"quebrada a relidade do poema,
à ternura da alga abre-se o horizonte".

Sensacional, minha amiga! Muitos parabens a ti.... Forte
abraço..... Meus votos!


Pablo Flora · Barreiras (BA) · 5/11/2009 19:30
Meu obrigada aos amigos escritores pela leitura e comentários.
Realmente essa novidade traz consigo infinitas possibilidades, é muito interessante ver a realdade se trasmutando.
Devo esclarecer que não é criação minha (é do Fernando Oliveira, em seus 'versos compilados' - aliás, ele está aqui no portal com 2 poemas, um de seu heterônimo Theofilo de Amarante).
A construção que faço deriva dessa dos 'versoscompilados'. Só que eu uso somente poemas meus e o poeta usa um verso dele e os demais de variados autores.

bjs mil

sr · Rio de Janeiro (RJ) · 5/11/2009 20:06
Minha querida, a alegoria das algas sempre colocou o homem entre o mar e a terra, há algas na montanha que o mar talvez cavalgou no tempo da copulação, será que a pescadinha é neta do falcão! O poeta pode decidir o destino das espécies ou coisas. Rogo ao Grande Poeta que me refaça em vento... vento e mais vento... o único elemento loquaz que reconheço. Parabéns.

Fernando Oliveira · França · 5/11/2009 23:01
Sônia,
Tardei no comentário pois não me permito ler seus textos assim, de qualquer jeito, sem a devida atenção e respeito que merecem.
Maravilha de pot-pourri. Está perfeito. Meu coração nasceu do espanto.
Bravo!
Votado.

Betusko · São Paulo (SP) · 5/11/2009 23:35
Obrigada, Fernando e Betusko. Rogo ao Grande Poeta que meu coração saiba sempre se espantar ao receber os comentários de vocês.

beijos

sr · Rio de Janeiro (RJ) · 13/11/2009 20:37
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