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nada interroga a alvura  - doc
 
31
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 23/11/2009 16:03 · 55 votos · 7
Jim Newberry
nada interroga a alvura

sonia regina



entre os braços abertos sou tudo o que vi a mais:
a realidade recoberta de noite,
as quebras de caminho no mundo...

na luminosidade frouxa da lamparina
nada interroga a alvura

só o segredo pode pedir uma revelação
quando, na terra, os pés descansam
e os anjos tocam sinos.


[pot-pourri 7 ~ 20.11.09]
Lindas Mulheres e a Minha Pele - doc
 
18
Abilio Terra, Brasília (DF) · 23/11/2009 22:56 · 23 votos · 2
lindas mulheres e a minha pele
que se espelham no longo orvalho
no prazer da morna flor
que exala que se abre ao amor

nesse trajeto que se repete enrubesce
nas areias sensíveis da noite
nos esquecemos nos negros vapores
nos perdemos no covil das madeixas

suas vozes no espaço da morte
me adormecem nas estreitas vielas
dos seus hálitos perpétuos claros
dos seus íntimos...
Vaticínio Vincular - doc
 
18
Nelson Falcão, Natal (RN) · 23/11/2009 15:57 · 33 votos · 5
Vaticínio Vincular

O princípio de uma faraônica fidelidade
fundiu nossas psiquês, ah colossal beldade!,
como o âmbar fossiliza a primeira paixão,
como o pacto simbiótico de uma constelação.

Tu és o fausto vaticínio de meu narcótico sonhar,
os avidíssimos céus do zigurate babilônico.
Mas, preparo-me... para o silêncio do clímax caótico
de um imprevisível pesadelo, oniromântico...
Tu És Assim... - doc
 
18
lJaci Leal Santana, Rio de Janeiro (RJ) · 23/11/2009 19:58 · 28 votos · 3
O texto é em homenagem ao poeta, escritor e divulgador Waldeck Almeida de Jesus, por sua incansável luta contra a descriminação, pela igualdade e liberdade de expressão.
X (05) - doc
 
18
Claudio Parreira, São Paulo (SP) · 23/11/2009 23:29 · 26 votos · 3
Os primeiros passos são sempre os mais difíceis, e eu sentia que minhas pernas pesavam toneladas. Mesmo assim, arrastei as duas o melhor que pude em direção ao desconhecido que era a biblioteca. Ridículo, isso: livros apenas, caralho!, nada além. Mas ali na minha cabeça parecia algo mais: os livros e a própria biblioteca serviam apenas como pano de fundo para algo maior e estranho,...
Conto n° I - Realização de exercício da oficina de Castello para o Portal L. - doc
 
16
Borboleta, Uberlândia (MG) · 22/11/2009 23:38 · 32 votos · 6
O presente conto é a realização do primeiro exercício ("das proibições") proposto por José Castello na oficina oferecida, em 2007, para o Portal Literal.
A tarefa era escrever um conto, com limite de 5000 caracteres (com espaços), ambientado na praia de Copacabana, sem, todavia, recorrer a 100 termos listados pelo autor.
Aproveito a oportunidade para informar-lhes que estou republicando...
Árvore - doc
 
16
Ana Maria Chagas, Rio de Janeiro (RJ) · 21/11/2009 11:46 · 51 votos · 11
Internet
A hora da partida dos nossos pais...
Arrependimento. - doc
 
16
Yayá , Curitiba (PR) · 23/11/2009 21:26 · 20 votos · 3
Os seus sonhos são seus. Não se fira.
num idioma sem espírito  - doc
 
14
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 22/11/2009 20:39 · 46 votos · 5
soreg
num idioma sem espírito

sonia regina



ditos enfraquecem, num idioma sem espírito.

em estrondos mudos
estendem a narrativa nas imagens espelhadas.
não mais se emprestam aos versos:
são reflexos que interrogam.


[pot-pourri 6 – 17.11.09]
O LIVRO DA MINHA VIDA - doc
 
14
Noélio A. de Mello, Belém (PA) · 22/11/2009 19:13 · 39 votos · 3
gettyimages
Não me atormento mais com os passos do meu destino e aprendi que as histórias que o futuro contará nas páginas do livro da minha vida serão escritas somente por mim. Pelo que desejo, acredito e busco a cada amanhecer. Eu sou o responsável pelos meus atos, pelos meus sonhos e esperanças. Fazer disso uma realidade foi apenas uma questão de determinação, de coragem e da audácia que...
Crenças humanas - doc
 
11
Paola Rhoden, Brasília (DF) · 20/11/2009 23:45 · 57 votos · 12
O ser humano tem a tendência inata de crer em alguma coisa. Já na idade da pedra, quando a mente ainda reinava pelas obscuridades de um nascer, o homo já deixava pelas paredes das cavernas imagens do que considerava sagrado, na necessidade de sentir-se protegido. O mundo evoluiu, criaram-se religiões e crenças diversas, porque o íntimo do ser humano continuou a precisar de algo...
Inter Nauta sem porto - doc
 
11
Jairo de Salinas, Salinas da Margarida (BA) · 19/11/2009 10:30 · 66 votos · 12
Tempestade de idéias... Deriva_ações e mutações que por certo ajudariam o Barco filosófico a invadir o mundo com pensares diferentes.
O pensar, o Barco e a liberdade da ausência de portos; Maravilhosa utopia de quem dorme fadigado pelo fardo da mediocridade das cartilhas sociais.
Ser ou seres - rtf
 
10
O NOVO POETA.(W.MARQUES)., Franca (SP) · 20/11/2009 23:27 · 93 votos · 19
meus arquivos
Ser ou seres







Como é difícil andar entre as pessoas...
e ver seu sofrimento latente em seus
olhares.

Outras nem tanto estão entorpecido pela
indiferença.

Há um homem queimado e fétido sobre a
calçada.

Sobre ele olhares esguios e como é difícil
vaguear no meio da multidão, fingindo não
ver todos os dias essa desumanização
residida e mal assistida...
SUGESTÃO - rtf
 
10
Elmira Nunes, Lauro de Freitas (BA) · 22/11/2009 15:05 · 34 votos · 4
Texto publicado também no Recanto das Letras, em 14/05/2009.
Taças.
Delicadas,
requintadas,
românticas,
embriagadoras.
Para champanha, como ela gosta.
Para conhaque, como ele gosta.
Aquelas eram um especial presente de Natal...
Para onde vamos? - pdf
 
9
Pedro Marcílio , Solonópole (CE) · 21/11/2009 14:16 · 32 votos · 4
Uma criança pergunta a seu pai: — Pai, quando uma pessoa morre... pra onde ela vai?
A pergunta o pega de surpresa.
Nem um pai está devidamente preparado para ouvir uma pergunta dessas de uma criança de apenas seis anos de idade.
— Para o céu, meu amor – responde ele. — Todos nós, quando morremos, vamos morar no céu, ao lado de Deus – completa, certo de que satisfez a curiosidade...
X (04) - doc
 
9
Claudio Parreira, São Paulo (SP) · 22/11/2009 15:34 · 28 votos · 5
Lá fora havia uma luz difusa, o escuro da noite cedia lentamente espaço para o dia que viria contra todos os meus prognósticos. A natureza implacável. O que acontecia na minha cabeça, mesmo sendo um fenômeno natural, não alteraria de forma alguma o caminhar da realidade que se impunha lá fora, tão infalível quanto um arroto. Se você quer saber, isso aí já não me surpreende: os...
Reflexões - doc
 
9
Ana Maria Chagas, Rio de Janeiro (RJ) · 21/11/2009 11:39 · 38 votos · 8
Quem somos?
Verbal. - doc
 
8
Hangner Correia, Olinda (PE) · 21/11/2009 11:30 · 28 votos · 6
Micro-poema verbalizante!!!!
Limite - pdf
 
5
Sérgio Araújo, Salinas da Margarida (BA) · 20/11/2009 21:27 · 56 votos · 6
cc
23:56

Teresa imóvel na cama, não sabia da noite e o que lhe trazia, não sonhava, não cabia no tempo estreito que agora tinha.
O novo conto da tarde verde de ontem - doc
 
5
Jorge Xerxes, São José dos Campos (SP) · 20/11/2009 08:38 · 73 votos · 10
http://jorgexerxes.wordpress.com/
O novo conto da tarde verde de ontem
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